Minha lista de blogs
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Acessibilidade em Porto Alegre é uma das maiores, ainda é restrita mas
Dados são do IBGE sobre características do entorno dos domicílios.
Para quem precisa das rampas, no entanto, a capital gaúcha ainda está longe da situação ideal. Com exceção do Centro da cidade, a maioria dos bairros apresenta problemas que limitam o ir e vir de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
no desembarque de ônibus (Foto: Felipe Truda/G1)
O número de Porto Alegre contrasta com Fortaleza, que possui apenas 1,6% de calçadas rebaixadas. Entre as regiões, Sul e Centro-Oeste tiveram o melhor desempenho, de 7,8%. As regiões Norte e Nordeste têm o pior percentual registrado: 1,6%.
que também seria usada por cadeirantes
(Foto: Alexandre Cigaran/ Arquivo Pessoal)
RS sem Limite: articulando o sistema de políticas públicas para Pessoas com Deficiência (SISPEDE)

DANÇA PARA CRIANÇAS DE TODAS AS HABILIDADES

O Plano de Ações Formativas da Coordenação de Artes Cênicas abre inscrições para oficinas gratuitas:
DANÇA PARA CRIANÇAS DE TODAS AS HABILIDADES
com Carla Vendramin
A oficina utiliza atividades lúdicas de improvisação e composição coreográfica, incentivando que crianças com e sem deficiências desenvolvam um processo de aprendizagem em dança juntas. O processo criativo do grupo também irá possibilitar a prática de criar pequenas performances durante todo o percurso da oficina. Todas as crianças irão se beneficiar conhecendo seu próprio corpo e o corpo do outro e também descobrindo as possibilidades de dançarem juntas, desenvolvendo comunicação e integração entre os participantes.
Público alvo: infantil - de 7 a 13 anos
Horário: segunda à sexta, das 10h às 12h
Período: de 23 a 31 de julho
Local: FACED - Sala 101 (Campus central da UFRGS - Av. Paulo Gama, 110)
INSCRIÇÕES:até dia 16 de julho
no Teatro de Câmara Túlio Piva
das 13h30 às 17h30
A PEDRA LANÇADA NO RIO: POSSIBILIDADES PARA O TRABALHO DO ATOR
com Fabíola Rahde e Marcos Rangel
A oficina propõe um trabalho prático de pesquisa do ator sobre si. Nela, serão trabalhados elementos técnicos básicos da Dança Pessoal do Ator, experimentados pelos atores Fabíola Rahde e Marcos Rangel este ano, durante o III Encontro do Núcleo de Pesquisa em Dança Pessoal do Ator, coordenado por Carlos Simioni.
Público alvo: atores, bailarinos e demais interessados (a partir de 18 anos)
Horário: segunda à sexta, das 10h às 12h
Período: de 23 a 06 de julho
Local: sala 209 da Usina do Gasômetro
INSCRIÇÕES:até dia 22 de junho
na Coordenação de Artes Cênicas (Av. Érico Veríssimo, 307)
das 9h às 11h30 e das 14h às 17h30
GESTÃO EM CENA - Seminário Internacional de Gestão Criativa em Artes Cênicas
Fazem parte da programação deste seminário dois workshops e três palestras com nomes conhecidos dentro da gestão cultural: Lala Deheinzelin, Leonardo Brant, Ricardo Santillán Güemes e Hector Ariel Olmos. Após as palestras, será aberto um espaço para trocas e bate-papo sobre o cenário cultural da cidade
INSCRIÇÕES:até dia 27 de junho
através de formulário eletrônico disponível abaixo :
WORKSHOP
Dia 02 de julho - segunda das 14h às 18h
Economia Criativa em Artes Cênicas – Negócios Inovadores e Sustentáveiscom Lala Deheinzelin
Clique aqui para realizar sua inscrição
Dia 04 de julho - segunda das 14h - 18h
Gestão das Artes Cênicas, política cultural e identidadecom Héctor Ariel Olmos e Ricardo Santillán Güemes (Argentina)
Clique aqui para realizar sua inscrição
Coordenação de Artes Cênicas
Secretaria Municipal da Cultura
PREFEITURA DE PORTO ALEGRE
(51) 3289-8061 / (51) 3289-8062
http://www.maisteatro.blogspot.com
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Campanha Nacional de Acessibilidade
sábado, 9 de julho de 2011
Pessoas com e sem deficiência mostram integração pela dança
No encerramento do Seminário Cidade Acessível, Cidade de Todos, ocorrido nesta terça-feira (5/7) à noite, no Auditório Ana Terra da Câmara Municipal, ocorreu a atividade cultural Dança Contemporânea Integrada, com a participação de pessoas com e sem deficiência física. Após a apresentação de três dançarinas, houve um debate entre representantes de órgãos e entidades ligadas à inclusão social sobre o aspecto cultural para pessoas com deficiência.
O trabalho e a pesquisa na área da dança, desenvolvido na Inglaterra, fizeram com que a dançarina Carla Vendramin estudasse por dois anos na cidade de Londres. Ela participou de cursos para pessoas com deficiência para que pudessem desenvolver a técnica de dançar. Segundo ela, naquele país existem diversos grupos de dança. Carla destaca que, neste tipo de atividade, todos têm os mesmos valor e peso na apresentação. “Esse trabalho amplia nossa capacidade cultural”, ressalta.
Carla avalia, ainda, que se fala bastante em acessibilidade em termos arquitetônicos. Ela observa que estes problemas são “graves e devem ser resolvidos”, mas destaca que as pessoas devem entender também que acessibilidade precisa de “atitude e mudança de cultura num ambiente igual para todos”. A dançarina defende que as pessoas não deficientes também devem participar da integração pela dança. “Deve se ter uma atitude de duas vias, tanto de quem tem como de quem não tem deficiência”, relata, ressaltando a importância de dar oportunidade para que pessoas diferentes ocupem os mesmos espaços.
Junto com Carla, apresentaram a dança as bailarinas Mickaella Dantas, do Rio Grande do Norte, e Julie Cleves, do Reino Unido. Mickaella não tem uma das pernas, enquanto Julie é cadeirante.
Convenção
A especialista em educação especial e educação inclusiva Vivian Missaglia aproveitou o tema para destacar partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, tratado que foi adotado pela ONU em 2006 e instituído no Brasil, em 2009, por decreto. O texto destaca que é preciso “promover e proteger os direitos e a dignidade das pessoas com deficiência” e tem uma visão inclusiva para que as pessoas possam evoluir. Dos 40 artigos do documento, ela destacou aqueles que falam sobre cultura, lazer e esporte.
“A convenção diz que é garantida a participação cultural”, diz Vivian, que lembrou outros artigos que garantem, por exemplo: acesso a materiais culturais; possibilidade de desfrutar da televisão; e medidas para que pessoas com deficiência tenham acesso à salas de teatro e cinema. Outra questão defendida no artigo é a propriedade intelectual e a garantia da identidade cultural linguístíca, como o braile e a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
O debate contou com a coordenação da presidente da Casa, vereadora Sofia Cavedon (PT), e do assessoramento do presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Comdepa), Dilceu dos Santos Flores Júnior.
Leonardo Oliveira (reg. prof. 12552)



